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sábado, 22 de janeiro de 2011

Museu Casa do Bandeirante


A Casa do Bandeirante representa um dos exemplares típicos das habitações rurais paulistas construídas entre os séculos XVII e XVIII em vasta área periférica ao núcleo urbano primitivo, localizadas predominantemente junto à bacia de dois rios: o Tietê e o seu afluente Pinheiros.
Neste conjunto remanescente, identificado a partir da década de 30 em princípio por Mario de Andrade e depois por Luis Saia, esta casa representa um raro exemplar de edificação que acompanha as mudanças da cidade de São Paulo desde os primeiros séculos da colonização portuguesa, evidenciando em seu partido arquitetônico e em suas paredes a memória dos processos construtivos da arquitetura colonial paulista, em especial da taipa de pilão.
A história do Butantã, região onde a casa se encontra, remonta ao ano de 1566, quando foi concedida uma sesmaria a Jorge Moreira e Garcia Rodrigues, na paragem conhecida como Uvatantan. Em 1602 há registros dessa propriedade como pertencente a Afonso Sardinha, com o nome de Ubatatá, termo tupi que significa "terra dura". Posteriormente foi feita a doação de seus bens à Capela de Nossa Senhora das Graças da ordem dos jesuítas.
Com a expulsão dos jesuítas em 1759, a área foi a leilão e pertenceu a vários proprietários, tendo sido adquirida por Eugênio Vieira de Medeiros em 1875, sendo conhecida na época com o nome de "Rio Abaixo dos Pinheiros".A Cia. City de São Paulo, comprou o imóvel em 1912 e doou à municipalidade, em 1944, a área que incluía a edificação conhecida então como a "Casa Velha do Butantã". Após a doação o imóvel permaneceu sem definição de uso até o início dos anos 50.
Em 1953, a Comissão do IV Centenário de São Paulo torna-se responsável pela casa promovendo sua restauração, realizada pelo arquiteto Luis Saia e nela instalando a partir de 30 de outubro de 1955, um museu evocativo da época das bandeiras, com acervo próprio, a partir do recolhimento de móveis, utensílios e outros objetos históricos no interior de São Paulo, Minas Gerais e Vale do Paraíba. Acumulando simbolicamente ao longo dos anos identidades diversas, a Casa do Bandeirante está incluída, em caráter permanente, nos roteiros turístico-históricos da cidade, ícone de um passado histórico idealizado, espaço de crítica e contextualização de mitos e documento arquitetônico preservado.
Visitas

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Museu Brasileiro da Escultura



O Museu Brasileiro da Escultura – MuBE desenvolve extensa e diversificada programação cultural, com exposições, cursos, seminários e palestras, recitais de piano.

O MuBE realiza, em média, vinte e cinco exposições/ano, abrindo espaço para jovens artistas, além de apresentar mostras de artistas renomados, nacionais e internacionais.

O Museu recebe, aproximadamente, 80.000 visitantes por ano. A entrada é franca, em todas as exposições, que contam com visitas monitoradas para crianças, estudantes, grupos de terceira idade e público em geral. 







Visitação


Av. Europa, 218 - São Paulo - Brasil
De terça a domingo das 10:00 as 19:00 hrs
11 2594-2601 - mube@mube.art.br 





Fonte e mais informações: http://www.mube.art.br

Museu Lasar Segall



O Museu Lasar Segall, idealizado por Jenny Klabin Segall – viúva de Lasar Segall – foi criado como uma associação civil sem fins lucrativos, em 1967, por seus filhos Mauricio Segall e Oscar Klabin Segall. Está instalado na antiga residência e ateliê do artista, projetados em 1932, por seu concunhado, o arquiteto de origem russa Gregori Warchavchik.
Em 1985, o Museu foi incorporado à Fundação Nacional Pró-Memória, integrando hoje o Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM do Ministério da Cultura , como unidade especial.
Além de seu acervo museológico, o Museu constitui-se como um centro de atividades culturais, oferecendo programas de visitas monitoradas, cursos nas áreas de gravura, fotografia e criação literária, projeção de cinema, e ainda abriga uma ampla biblioteca especializada em artes do espetáculo e fotografia.



O Museu, como órgão federal, é apoiado pela Associação Cultural de Amigos do Museu Lasar Segall – ACAMLS, uma sociedade civil sem fins lucrativos, viabilizada pela colaboração de instituições públicas e privadas, além de pessoas físicas que cooperam com o Museu.


Visitação

Rua Berta, 111 – Vila Mariana – São Paulo
Tel.: 11 5574-7322 e Fax 11 5572-3586

Entrada gratuita

Terça a Sábado e Feriados, das 14h às 19h
Domingos das 14h às 18h

Estação Ciência da USP na Lapa


A Estação Ciência - USP é um centro de ciências dinâmico e interativo que realiza exposições e atividades nas áreas de Ciência e Tecnologia, além de cursos, eventos e outras atividades, com o objetivo de popularizar a ciência e promover a educação científica de forma lúdica e prazerosa. 


Para receber os visitantes, a Estação Ciência tem uma equipe de estagiários (estudantes universitários) que auxiliam nos experimentos, fornecem informações e esclarecem dúvidas sobre as exposições.

O público anual é de mais de 400 mil pessoas, entre escolares e público em geral.

Estrutura

Para receber melhor seus visitantes e acomodar exposições e eventos, a Estação Ciência conta com estrutura completa, incluindo:

• Acessibilidade a deficientes físicos e cadeirantes;
• Cafeteria terceirizada;
• Auditório com 190 lugares, camarim e sala de controle totalmente equipada;
• Duas salas multiuso para cursos, treinamentos e reuniões;
• Sala de apoio ao visitante;
• Mezanino para eventos e exposições temporárias;
• Venda de materiais educativos e lembranças da Estação Ciência na bilheteria;
• Proximidade de estacionamentos, estação de trem e terminal de ônibus.



Conheça mais sobre o nosso espaço acessando o 
Mapa Virtual. 

História da Estação Ciência

Construídos no início do século XX para abrigar uma tecelagem, os galpões da Rua Guaicurus, que hoje abrigam a Estação Ciência, quase foram destruídos por um grande incêndio em 1936.

Reconstruídos logo depois, foram utilizados como posto de sementes da Secretaria da Agricultura do Estado e também utilizados por outros órgãos do Governo, até a década de 70.

Ao longo dos anos, o edifício sofreu adaptações, como o acréscimo de um andar onde havia anteriormente uma altura de seis metros entre o piso e a cobertura.

Em 1985, durante as discussões sobre o Terminal Rodoviário da Lapa, comerciantes e líderes comunitários da Lapa pleiteavam a conservação dos galpões da Rua Guaicurus, vizinhos à Estação Ferroviária da Lapa (FEPASA).

Arquitetos, artistas e engenheiros criaram a Comissão de Preservação e Utilização dos Galpões. Alegavam o valor histórico dos galpões, nos quais a fábrica têxtil forneceu oportunidades de trabalho à colônia italiana instalada na região e aos trabalhadores em geral.

No final deste mesmo ano, o CONDEPHAAT iniciou estudos para tombamento destes galpões de arquitetura industrial típica do início do século XX, vetando demolição ou qualquer alteração na estrutura do prédio.

Em 19 de dezembro de 1986, através do Decreto n. 26.492, o Governo do Estado cedeu o uso de parte do imóvel ao CNPq, para a instalação do Centro de Ciência para a Juventude. Destinou 6 módulos, com área total de 1915 m².

Em 24 de junho de 1987 foi inaugurada a Estação Ciência.

Segundo Crodowaldo Pavan, Presidente do CNPq na época da implantação e inauguração, a idéia da Estação Ciência não era nova. Havia surgido no início da década de 70, quando foi fundada a Academia de Ciências do Estado de São Paulo. O projeto foi elaborado com a participação de um grupo de 60 pessoas do CNPq, que contaram com a colaboração de Universidades, diversos órgãos governamentais e empresas.

O publicitário Washington Olivetto criou graciosamente o nome e o primeiro logotipo da Estação Ciência.

Por que "Estação"? Porque o termo proporciona viagens ao mundo do conhecimento científico, conhecimento este que precisa ser alimentado sempre com novas pesquisas. Porque liga passado e futuro, educação e diversão. Porque está perto de estações ferroviárias e de metrô.

Em entendimentos posteriores, o Governo cedeu mais três módulos do edifício e finalmente os restantes, já na administração da Estação Ciência pela USP, que se deu a partir de 1990.


Visitação


Horários e Ingressos

- 3ª a 6ª feira, das 8h às 18h
- sábados, domingos e feriados, das 9h às 18h
Observações importantes:- Fechamento do portão para ingresso: 17h30
- A Estação fecha nos feriados que caem às segundas-feiras

Ingressos

R$ 4,00

Meia Entrada:

  • Estudantes (com comprovação)

  • Portadores de necessidades especiais

    Isentos:

  • Professores (com comprovação)

  • Monitor, agente ou guia de turismo (com registro Embratur)

  • Comunidade USP (com carteirinha válida na catraca)

  • Menores de 6 anos

  • Maiores de 60 anos

    Dias com Entrada Gratuita:

  • Primeiro sábado e terceiro domingo de cada mês


Museu de Zoologia da USP



A maioria dos animais expostos, em uma área de 700 m², pertence à fauna tropical e foi preparada (taxidermizada ou embalsamada) há mais de 50 anos. No saguão de entrada, algumas vitrinas informam o visitante sobre as principais atividades dos docentes e pesquisadores do Museu. Os animais estão grupados de acordo com sua classificação: peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos, e alguns invertebrados, como corais, crustáceos e moluscos. A Biblioteca, especializada em Zoologia, dispõe de instalações e equipamentos modernos, atendendo a comunidade científica e o público em geral. Conta com um patrimônio de 73.850 volumes, sendo 8.473 livros, 2.364 títulos de periódicos, além de teses e mapas.

Visitação

INGRESSO
  • Ingresso individual: R$ 6,00.

Meia entrada (R$ 3,00):
  • Estudantes e professores, mediante apresentação de comprovante.

Gratuidade:
  • Primeiro domingo do mês.
  • Crianças até 6 anos com familiares, desacompanhadas das escolas.
  • Adultos acima de 60 anos.
  • Membros da comunidade USP.
  • Membros do ICOM.
  • Portador de Necessidades Especiais com um Acompanhante.
  • 1 Professor ou Monitor, para cada 20 alunos.
  • Dias 25 de Janeiro e 7 de Setembro.
Qualquer situação que não esteja contemplada nas categorias acima descritas será analisada pela coordenação da Divisão de Difusão Cultural ou pela Direção do Museu.
Pedidos de isenções para grupos de visita deverão ser encaminhados por escrito a coordenação da DDC.
DATAS EM QUE NÃO HAVERÁ VISITAS
  • 01/01 - Ano Novo
  • Carnaval (terça-feira e quarta-feira)
  • Páscoa (sexta-feira e domingo)
  • Dias de eleições (1º turno e 2º turno, se houver)
  • 02/11 - Finados
  • 24/12 - Véspera de Natal
  • 25/12 - Natal
  • 31/12 - Véspera de Ano Novo
Exposições
terça-feira a domingo - das 09:00 às 17:00 horas
A exposição de longa duração apresenta a história dos animais na Terra e as atividades de pesquisa do Museu de Zoologia.
Além disto, o Museu organiza periodicamente uma nova exposição temporária.
Para mais informações, visite o site do museu em http://www.mz.usp.br/

Museu do Café Brasileiro



O prédio do Museu do Café começou a ser construído em 1920. Ele foi inaugurado no dia 7 de setembro de 1922 em comemoração ao centenário da Independência do Brasil. O edifício foi erguido em Santos porque, na época, a cidade era a maior praça de café do mundo e muitos países só aceitavam comprar o produto se ele fosse negociado e chancelado na Bolsa Oficial de Café. O local funcionou até 1986, mas ficou fechado em alguns períodos, como em 1929, na Quebra da Bolsa de Nova York; em 1932, durante a Revolução Constitucionalista e a II Guerra Mundial. O último pregão aconteceu na década de 1950, quando os negócios do café foram transferidos para a cidade de São Paulo. Mas até 1986, quando foi desativado, funcionou para a divulgação da cotação do café no mercado internacional. Depois de dez anos fechado, o Museu do Café foi restaurado em parceria com o Governo Mário Covas. Foram 14 meses de trabalho até a reinauguração realizada em 25 de setembro de 1998. Atualmente ele é mantido pela Associação dos Amigos do Museu do Café. No acervo estão obras de Benedito Calixto (painéis e vitrais), além do espaço para exposições temporárias. Dentro do projeto museológico estão: a livraria, biblioteca e arquivo, o acervo e o centro de preparação do café.

O  edifício da Bolsa Oficial de Café passou por restauração, concluída em 1998, realizada com muita competência pelo Governo do Estado de São Paulo, tornou o prédio um monumento de grandiosa imponência histórica, oferecendo instalações muito adequadas para o funcionamento do Museu do Café, dentro de uma concepção moderna e versátil. No mesmo ano foi concedido à Associação dos Amigos dos Cafés do Brasil, através do Decreto Estadual n° 43.389, de 18 de agosto de 1998, a Permissão de Uso, com o propósito bem definido de ser instituído o Museu do Café. A Associação dos Amigos do Museu dos Cafés do Brasil constituída pelas principais entidades de classes, torrefadores, produtores, exportadores, comerciantes, corretores e uma gama de associações, jurídicas ou não, do setor cafeeiro que acreditaram na viabilização do Museu do Café.

A partir da restauração do edifício sede da Bolsa Oficial de Café em Santos, à Associação dos Amigos dos Cafés do Brasil com o objetivo primordial de instalar, manter, administrar e tornar nacionalmente conhecido o "Museu do Café", desenvolveu o processo de musealização para sua criação, de autoria da Profª Maria Cristina de Oliveira Bruno, do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo e após a aprovação do Departamento de Museus do Estado de São Paulo pelo Ofício DT/DEMA nº 328/2000, foi instalado no térreo e primeiro pavimento, que tinha como pretensão apresentar aos visitantes a memória do comércio de café que ocorreu na Cidade desde o século XIX repercutindo nacionalmente.

Após esta aprovação, a primeira iniciativa implementada foi a Cafeteria que se tornou a principal atração turística do centro histórico santista. Em 22 de julho deste ano, retomou-se as exposições de longa duração e temporárias, a mostra do acervo, ainda em captação, Centro de Preparação de Café, e ainda, foi inaugurada uma sala de vídeo onde os visitantes assistem filmes sobre café.

Visitação

Palácio da Bolsa Oficial de Café
Rua XV de Novembro nº 95, Centro - CEP: 11.010-151 Santos / SP

Telefone:
+ 13 3213-1750

Fax:
+ 13 3219-5585

Horários:
Segunda a Sábado
das 09h às 17h

Domingo
das 10h às 17h
Ingressos:
Inteira: R$ 5,00
Meia: R$ 2,50


Museu do Futebol

     O Museu permite ao visitante entender como o futebol, um esporte inglês, de elite e branco, aos poucos ganhou novos traços e se tornou brasileiro, popular e mestiço, como a própria cultura brasileira.
A partir de três eixos - emoção, história e diversão, o museu conta a história do futebol. Mostra, por exemplo, o que futebol tem a ver com arte, o impacto do esporte na vida das pessoas, a história das Copas do Mundo, além de garantir a interatividade com o público. O visitante tem acesso a uma seqüência de experiências visuais e sonoras que relacionam o esporte e a vida brasileira no século XX. No total, são seis horas de imagens exibidas em vídeos.
     O Museu ocupa uma área de 6,9 mil metros quadrados, no chamado ‘avesso’ das arquibancadas, ou seja, dentro de um espaço que fica embaixo das arquibancadas, na entrada principal do Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, o nome oficial do Pacaembu.
      O Museu do Futebol conta com um núcleo de Ação Educativo-Cultural que tem por objetivo promover visitas, debates, palestras, programas e materiais didáticos e lúdicos que proporcionem uma mediação entre o público visitante e os conteúdos apresentados nas exposições.
     Orçado em R$ 32,5 milhões, o Museu é uma iniciativa do Governo do Estado e da Prefeitura de São Paulo, com a parceria da Fundação Roberto Marinho, que captou recursos com a iniciativa privada, pela Lei Rouanet. É administrado por uma Organização Social criada exclusivamente para a gestão do espaço, vinculada à Secretaria Estadual da Cultura.

     O Museu do Futebol é um museu da história do Brasil. Uma história que tornou o futebol uma das mais reconhecidas manifestações culturais do país. O povo brasileiro se apropriou do futebol, apaixonadamente. No Museu, vamos entender como o futebol, um esporte inglês, branco e de elite aos poucos ganhou novos traços: tornou-se brasileiro, popular, mestiço e parte importante da nossa cultura.
Estamos instalados em uma área de 6.900m² no avesso das arquibancadas de um dos mais bonitos estádios brasileiros, o Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho - mais conhecido como Estádio do Pacaembu, localizado em frente à Praça Charles Miller, em São Paulo.
     A iniciativa é do Governo do Estado e da Prefeitura de São Paulo – por meio da Secretaria Municipal de Esportes e da São Paulo Turismo – com concepção e realização da Fundação Roberto Marinho. Integramos a rede estadual de museus de São Paulo.
     Visitar o Museu do Futebol é percorrer a história brasileira no século XX e perceber como nossos usos, costumes e comportamentos são inseparáveis da trajetória desse esporte. O futebol ajudou a formar a identidade brasileira, assim como a cultura brasileira ajudou a transformar o futebol. Os craques que o Brasil foi capaz de criar representam tanto a nossa cultura quanto os ícones das artes plásticas, da literatura, do teatro, da música.
     Viemos para consagrar, definitivamente, o futebol como cultura viva, inventiva e emocionante. O futebol é nosso patrimônio e precisa ser preservado, cultivado e exaltado, em suas complexidades e virtudes.


Localização:
Estádio do Pacaembu – Praça Charles Miller, 22
Bairro do Pacaembu – São Paulo - SP

Como chegar:
Do metrô Clinicas até o Museu do Futebol: 
IDA:
Caminhar até a parada da Av. Dr. Arnaldo, No 500.
Linhas: Jardim Brasil/177C-10 ou Morro Grande/917M-10 ou Barra Funda/6232-10
Descer na Parada da Avenida Pacaembu, 1721.
VOLTA:
Caminhar  até a Praça Charles Miller, No 22.
Linhas: Vila Madalena/177C-10 ou Ana Rosa/917M ou Vila Ida/6232-10
Descer na parada da Av. Dr. Arnaldo, No 455
Do metrô Barra Funda até o Museu do Futebol:
IDA:
Caminhar até a Av. Auro Soares De Moura Andrade, 538
Linhas: 6232-10 - Vila Ida ou 175P-10 - Ana Rosa
Descer na Praça Charles Miller, No 22.
VOLTA:
Caminhar até a parada da Av. Pacaembu, 1721
Linhas: 6232-10 - Barra Funda
Descer no Terminal Metro Barra Funda, Lado Sul, Plataforma B.
OU:
Caminhar até a parada da Av. Pacaembu, 1721
Linhas: 917M-10 - Morro Grande ou 177C-10 - Jd. Brasil
Descer na Av. Pacaembu, 35. Caminhar 10 minutos até o Metrô.
Do metrô República até o Museu do Futebol:
IDA: 
Caminhar até a parada Marabá
Linha: Cardoso de Almeida 408A -  10
Descer na Praça Charles Miller, No 22.
VOLTA:
Caminhar até a parada da Rua Itatiara, 219
Linha: Machado de Assis  408A -  10
Descer na Parda Ipiranga e caminhar 2 minutos até o metrô.

INFORMAÇÔES ADICIONAIS:
Av. Pacaembu, 1721 até o Museu do Futebol – 550 metros
Praça Charles Miller, 22, até o Museu do Futebol – 200 metros
Av. Dr. Arnaldo, 500 até o Museu do Futebol – 1,6Km

Museu da Casa Brasileira

Um museu pode ser provocativo, estimular as novas gerações para as questões contemporâneas e, ao mesmo tempo, preservar a memória e toda a sobriedade que a história requer. O Museu da Casa Brasileira (MCB), privilegiado por uma localização de fácil acesso na cidade de São Paulo (avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.705), procura desempenhar tal tarefa. Expõe exemplares do mobiliário dos séculos XVII ao XXI, enquanto, paralelamente, abre espaço para mostras temporárias do que se produz na atualidade em objetos e design pelos quatro cantos do Brasil e do mundo. Mais do que isso, promove discussões, cursos e palestras sobre temas pertinentes à arquitetura e ao design. Reforça assim sua vocação para atender as demandas de um importante segmento da criação. Busca também formar novas platéias aptas a usufruir o patrimônio guardado e exibido em suas dependências através de ações educativas durante visitações didáticas previamente agendadas.

Para oferecer um pacote completo de possibilidades ao visitante, o Museu possui um restaurante. Um amplo jardim com mais de 6.000 m² e cerca de 200 espécies de árvores brasileiras, que se destaca entre a densa massa de concreto da região, integra o conjunto arquitetônico do Solar Fábio Prado, construído durante a década de 40 e onde o Museu está instalado desde 1972. Ao redor desse imenso gramado acontecem atividades aos fins de semana, como as apresentações musicais programadas para as manhãs de domingos.
 
Localização: Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705
Fone: 11-3032-3727 e 11-3032-2564

Visitação

O MCB funciona de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingressos:
R$ 4,00
Estudantes:
R$ 2,00
Domingos e feriados: gratuito
Estacionamento pago. De segunda a sábado:
até 30 min: gratuito para visitantes
-até 2h: R$ 8
-3ª hora: R$ 2
-demais horas: R$ 2
-período de 12h: R$ 18

Domingos e feriados: R$ 12
Eventos: R$10 a R$20
Fone/Fax: (55 11) 3032-3727 / 3032-2564 / 3032-2499
Agendamento de visitas monitoradas: 3032-2564
Acesso a pessoas com deficiência

domingo, 16 de janeiro de 2011

Museu de Arte Sacra dos Jesuítas


     O Museu de Arte Sacra dos Jesuítas localiza-se no Largo dos Jesuítas, centro de Embu das Artes, na construção em que funcionavam a Igreja de N. Srª. do Rosário e a residência dos padres da Companhia de Jesus.
Durante a visita é possível conhecer o interior da Igreja, a sacristia, o claustro para além das 10 salas expositivas que se encontram no espaço dos antigos “cubículos” (nome dado aos quartos dos padres jesuítas).
O acervo 

     O acervo do MASJ é rico em imagens de vestir e imagens de roca esculpidas em madeira durante os séculos 18 e 19.
As imagens de vestir eram utilizadas para a recomposição de passagens bíblicas pelos padres jesuítas durante o trabalho da catequese dos índios; por vezes elas não eram inteiramente esculpidas já que cobertas por vestimentas. Por sua vez, as imagens de roca eram utilizadas em procissões, pois eram mais leves que as imagens de culto interno.
O acervo também é composto por alfaias e paramentos litúrgicos que pertenceram aos padres da Igreja de N. Srª. do Rosário e da Igreja de São Gonçalo Garcia (localizada no centro de São Paulo).

Informações

Endereço: Largo dos Jesuítas, n° 67 – Centro
Embu - CEP: 06803-360
Tel.: 4704-2654 / Fax: 4704-0675
E-mail: museuasj@terra.com.br | projetosculturais@paetocollegio.com.br
Visitação: Terça a Domingo, 9h00 - 12h00 e 13h00 - 17h00.

Museu de Arte Sacra


     O Mosteiro da Luz foi fundado e construído por Frei Antonio de Sant’ Anna Galvão, em 1774, sendo considerado, atualmente, um dos mais importantes monumentos arquitetônicos coloniais paulistas do século XVIII. Encerrado na última chácara conventual urbana, no Bairro da Luz, coração da cidade de São Paulo, foi tombado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) em 1943, e pelo CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico do Estado de São Paulo) em 1979.
Este exemplar apresenta atributos específicos de grande relevância no contexto da cidade pois, ao lado de sua singularidade arquitetônica (um dos raros exemplos de planta octogonal do período) e histórica, abriga o acervo de obras de arte religiosa do Museu de Arte Sacra de São Paulo, conjunto de bens móveis tombados de grande expressão no cenário cultural nacional e internacional.

Endereço:  Avenida Tiradentes, 676 – 01102-000 – Luz (Metrô Tiradentes)
Estacionamento: Rua Jorge Miranda, 43 (gratuito)
Fone/fax: (11)  3326-5393 / 3326-3336
E-mail:   mas@museuartesacra.org.br
Horários:  de 3ª à Domingo, inclusive feriados – das 11:00 às 19:00.
Bilheteria fecha às 18:30.
Ingressos:  R$ 6,00 para adultos; R$ 3,00 para estudantes, desde que devidamente identificados; R$ 2,00 para religiosos devidamente identificados; R$ 1,00 para usuários do Metrô que peguem a filipeta promocional na exposição da estação Tiradentes. Gratuidade para idosos (acima de 60 anos), crianças (até 7 anos),  professores da rede estadual de ensino, desde que apresentem documento de identidade e comprovante de pagamento atualizado, e também para visitas monitoradas de escolas públicas, e pessoas com deficiência.

Acesso e sanitário para portadores de deficiência física.
Sanitários encontram-se ao lado do estacionamento. Para utilizá-los, é necessário adquirir uma ficha no valor de R$ 1,00 no café.

Agendamento de grupos, de 3ª a 6ª, das 11:00 às 18:00 pelos seguintes telefones: (11) 3326-1373 / (11) 3326-5393 / (11) 3326-3336. Informações também pelo email agendamento@museuartesacra.org.br .
O museu oferece visitas monitoradas em português e  inglês.

Museu da Língua Portuguesa


     Inaugurado oficialmente no dia 20 de março, o Museu da Língua Portuguesa abriu suas portas ao público no dia 21 de março de 2006. Em seus três primeiro anos de funcionamento mais de 1.600.000 pessoas já visitaram o espaço, consolidando-o como um dos museus mais visitados do Brasil e da América do Sul.

     O Museu contou com uma equipe de criação e pesquisa composta por mais de trinta profissionais qualificados, dentre eles sociólogos, museólogos, especialistas em língua portuguesa e artistas que trabalharam sob a orientação da Fundação Roberto Marinho, instituição conveniada ao Governo do Estado de São Paulo responsável pela concepção e implantação do museu.

     Seu projeto foi avaliado em aproximadamente R$37.000.000,00 (trinta e sete milhões de reais) que foram usados para financiar a criação, pesquisa, implantação do museu e restauro do Prédio da Estação da Luz. O projeto arquitetônico é de autoria de Pedro Mendes da Rocha e Paulo Mendes da Rocha.

     O Museu da Língua Portuguesa, dedicado à valorização e difusão do nosso idioma (patrimônio imaterial), apresenta uma forma expositiva diferenciada das demais instituições museológicas do país e do mundo, usando tecnologia de ponta e recursos interativos para a apresentação de seus conteúdos.

     Os principais objetivos do Museu da Língua Portuguesa são:
- mostrar a língua como elemento fundamental e fundador da nossa cultura;
- celebrar e valorizar a Língua Portuguesa, apresentada suas origens, história e influências sofridas;
- aproximar o cidadão usuário de seu idioma, mostrando que ele é o verdadeiro “proprietário” e agente modificador da Língua Portuguesa;
- valorizar a diversidade da Cultura Brasileira;
- favorecer o intercâmbio entre os diversos países de Língua Portuguesa;
- promover cursos, palestras e seminários sobre a Língua Portuguesa e temas pertinentes;
- realizar exposições temporárias sobre temas relacionadas à Língua Portuguesa e suas diversas áreas de influência.

Localização e Contato
Praça da Luz, s/nº
Centro - São Paulo - SP
(11) 3326-0775
museu@museudalinguaportuguesa.org.br

Horários
Bilheteria: de terça a domingo, das 10h às 17h.
Museu: de terça a domingo, das 10h às 18h.
Não abre às segundas-feiras

Ingresso
R$ 6,00
Estudantes com carteirinha pagam meia-entrada.
Professores da rede pública com holerite e RG, crianças até 10 anos e adultos a partir de 60 anos não pagam ingresso.
Não há venda antecipada de ingresso.
Aos sábados, a visitação ao museu é gratuita.

MASP: O Museu de Arte de São Paulo


Seu acervo é tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN desde 1969, e possui atualmente cerca de 8.000 peças, dentre as quais destacam-se as pinturas ocidentais, principalmente italianas e francesas. Do século XIII aos dias de hoje, pode-se apreciar Rafael, Mantegna e Botticceli – da escola italiana – e Delacroix, Renoir, Monet, Cèzanne, Picasso, Modigliani, Toulouse-Lautrec, Van Gogh, Matisse e Chagall – da chamada Escola de Paris.
Possui também uma grande coleção de pinturas da escola portuguesa, espanhola e flamenga, além de artistas ingleses e latino-americanos, como Diego Rivera. Dentre a coleção de artistas brasileiros, destacam-se Cândido Portinari, Di Cavalcanti, Anita Malfatti e Almeida Junior.
Dentre as esculturas, destacam-se os mármores da deusa grega Higéia do século IV a.C. e a coleção de 73 esculturas de Degas, que só podem ser vistas integralmente no MASP, no Metropolitan Museum de Nova York, ou no Museu D`Orsay, em Paris. Também destacam-se os bronzes de Rodin, as peças de Ernesto di Fiori e Victor Brecheret, entre outros.
Coleções de gravuras, fotografias, desenhos, arqueologia, maiólicas, tapeçaria e artes decorativas européias, além de uma grande coleção de peças kitsch, também fazem parte do acervo do museu.
A convite do Museu d`Orsay de Paris, integra o “Clube dos 19”, do qual participam apenas os museus que possuem os acervos de arte europeia mais representativos do século XIX, como Museu d´Orsay de Paris, Metropolitan Museum de Nova York, The Art Institute of Chicago, Museum of Fine Arts de Boston, Van Gogh Museum de Amsterdã, a Kunstaus de Zurique, Hermitage de St. Petersburg, a Galleria Nazionale d´Arte Moderna de Roma e National Gallery e Tate Gallery de Londres.
O museu vem ampliando a sua coleção através de doações de pessoas físicas e de parcerias estabelecidas com empresas e instituições.

Endereço:
Avenida Paulista, 1578 - São Paulo - SP
Telefone (55 - 11) 3251-5644 / Fax (55 - 11) 3284-0574
Próximo à estação do metrô Trianon-MASP
Veja o mapa de 
como chegar

Horários:
Segunda-feira: fechado
De terça a domingo: das 11h às 18h (bilheteria aberta até até 17h30)
Quinta-feira: das 11h às 20h (bilheteria até até 19h30)
.

Ingressos: Para público em geral: R$15,00 (valor inteiro) 
Para estudantes, professores e aposentados com comprovantes: R$7,00 (meia-entrada)
Menores de 10 e maiores de 60 anos não pagam
Terça-feira: entrada gratuita para o público em geral


Museu Paulista: O Museu do Ipiranga



O Museu Paulista é uma instituição científica, cultural e educacional com atuação no campo da História e cujas atividades têm, como referência permanente, um acervo. O conjunto articulado dessas atividades é a curadoria. Envolve a formação e ampliação de coleções (por intermédio de doações, aquisições ou coleta de campo), sua conservação física, seu estudo e documentação bem como a comunicação, seja do acervo, seja do conhecimento que ele permite gerar, através de exposições, cursos, programas educativos e publicações.

Como órgão da Universidade de São Paulo, a ela integrado desde 1963, exerce pesquisa, ensino e extensão. O Plano Diretor de 1990 definiu como área de especialidade institucional a História da Cultura Material. Neste campo, instituiu três linhas de pesquisa: Cotidiano e Sociedade; Universo do Trabalho; História do Imaginário, em função das quais têm sido ampliados e reorientados os acervos e as exposições do Museu. 

História do Museu

O Museu Paulista foi inaugurado em 7 de setembro de 1895 como museu de História Natural e marco representativo da Independência, da História do Brasil e Paulista. Seu primeiro núcleo de acervo foi a coleção do Coronel Joaquim Sertório, que constituía um museu particular em São Paulo.

No período do Centenário da Independência, em 1922, foi reforçado o caráter histórico da instituição. Formaram-se novos acervos, com destaque para a História de São Paulo. Realizou-se a decoração interna do edifício, com pinturas e esculturas apresentando a História do Brasil no Saguão, Escadaria e Salão Nobre. Foi instalado o Museu Republicano “Convenção de Itu”, extensão do Museu Paulista no interior do Estado.

Ao longo do tempo, houve uma série de transferências de acervos para diferentes instituições. A última delas foi em 1989, para o Museu de Arqueologia e Etnologia da USP. A partir daí, o Museu Paulista vem ampliando substancialmente seus acervos referentes ao período de 1850 a 1950 em São Paulo.

Atualmente, o Museu Paulista possui um acervo de mais de 125.000 unidades, entre objetos, iconografia e documentação textual, do século 17 até meados do século 20, significativo para a compreensão da sociedade brasileira, especialmente no que se refere à história paulista e conta com uma equipe especializada de curadoria. Desenvolve também um Projeto de Ampliação de seus espaços físicos.

Dias e Horários de Funcionamento

Exposições: De terça-feira a domingo, das 9h00 às 17h00.
Telefone: 55 11 2065-8000

Ingresso: - Dois-em-um
R$ 6,00 - Adulto
R$ 3,00 - Estudante (mediante apresentação de carteira escolar)

Entrada gratuita:
- No primeiro domingo de cada mês
- Para menores de 6 anos e para maiores de 60 anos



Veja aqui como chegar: http://www.mp.usp.br/local/como_chegar.html

Saiba mais sobre o Museu Paulista em http://www.mp.usp.br/index.html